segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

A decepção de uma classe

Cabo Frio vive um desgoverno total: falta educação, saúde e tantas outras coisas que deveriam ser prioridade de qualquer Chefe do Executivo, uma vez que são básicas e primordiais para o desenvolvimento do cidadão como um todo.
Desde que a Educação entrou em greve, em nenhum momento, o prefeito chamou a categoria para fazer uma negociação, muito pelo contrário. E o que os profissionais da Educação estão exigindo? Seus direitos! Pagamento do salário e do 13º de todos os profissionais da categoria.
As ruas foram tomadas por manifestações pacíficas – tirando apenas o episódio de ocupação da Secretaria da Fazenda, onde quatro professoras foram agredidas por quadro guardas, sendo necessária a intervenção da polícia e registro de ocorrência – que receberam a adesão popular.
Entramos com duas liminares na justiça e, uma delas foi suspensa, provisoriamente pelo presidente do TJ, alegando o princípio da isonomia. Porém, o próprio governo derruba isso quando paga integralmente a guarda municipal e a Consercaf. E os educadores?
Hoje encaminhamos mais um ofício solicitando abertura de negociação, pois a educação tem verba própria e só retornaremos após o pagamento integral do décimo terceiro e um calendário fixo para o pagamento. 
Aguardamos um posicionamento do Executivo e o encerramento do ano letivo depende única e exclusivamente da atitude do prefeito.
Esperamos que, desta vez, a categoria tenha uma resposta positiva. O prefeito sabe que queremos repor os conteúdos e fechar o ano letivo. Entretanto, até agora, a única preocupação foi com os fogos. Realmente os turistas adoraram e festejaram. Infelizmente, muitos profissionais choraram, sem ter uma ceia digna para oferecer à família. 

SepeLagos




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